Amatra8 debate o Trabalho Infantil no dia mundial de combate à essa chaga

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Com o tema “A exploração sexual como uma das piores formas de trabalho infantil”, a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8ª Região (Amatra8), realizou no dia 12 de junho, Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, para cerca de 400 alunos da Escola Salesiana do Trabalho, evento abordando a gravidade da prática, lançando na ocasião, um produto audiovisual que servirá como ferramenta de ação para divulgar a importância de se reforçar a educação e combater o trabalho infantil.

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O audiovisual mostra o relato de crianças que vivenciaram o trabalho infantil e como vivem hoje. Trata-se de uma ferramenta audiovisual que tem como objetivo o empoderamento de crianças e adolescentes na questão do combate ao trabalho infantil.

O impacto das políticas públicas, o papel da Justiça do Trabalho no enfrentamento da prática e orientações de como se proceder para evitar o trabalho infantil e a exploração sexual, foram repassados aos alunos pela Irmã Henriqueta Cavalcante (membro da Comissão de Justiça e Paz CNBB N2), e pela juíza do Trabalho, Elinay Melo (Diretora da Amatra8).

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Para o juiz do Trabalho, Pedro Tourinho Tupinambá, presidente da Amatra8 e diretor da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), o evento teve a finalidade de alertar sobre a prática do trabalho infantil, que ainda se constitui em uma das piores chagas em evidência no Brasil e no mundo.

“A informação é essencial para conseguirmos ampliar o leque de combate ao trabalho infantil e a exploração sexual de nossas crianças e jovens. O lançamento do produto audiovisual servirá como uma ferramenta de trabalho que levaremos aos eventos e escolas como uma peça de conscientização sobre esta realidade. A Justiça do Trabalho está atenta e de portas abertas para acolher toda e qualquer denúncia sobre esta prática, reforçando a importância da participação das entidades que compõem a rede de proteção da criança e do adolescente, organizações governamentais, entidades sindicais e sociedade civil nesta luta”, enfatizou.

Participaram do evento representantes da Escola Judicial do TRT8 (Ejud), Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Ordem dos Advogados do Brasil – Secional do Pará (OAB) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).